Muitas vezes depositamos nossa confiança em pessoas nas quais temos certeza que nunca irá nos abandonar.Compartilhamos, trocamos idéias, revelamos segredos, nos dedicamos a acreditar na amizade fiel desta pessoa a ponto de crer que ainda que todos nos abandonem em momentos cruciais de nossas vidas essas" pessoas que depositamos confiança" nunca nos abandonaria.Mas erramos quando assim pensamos, pois nada na face dessa terra dura para sempre. Derre pente quando pensamos que esta pessoas está de nosso lado, vamos perguntar por ela e cade? sumiu, foi-se embora quando mais precisávamos dela! Assim do nada simplesmente diz" não deu certo, não me adaptei, acho que foi um equivoco e etc.... A dor chega a ser tão grande que nos angustiamos a ponto de chorar e se perguntar onde foi que erramos pra tal pessoas em que confiávamos tanto ter nos abandonado.A única resposta que ouço lá no fundo do coração é só esse " Infelizmente a vida é assim." Pessoas vão e vem todos os dias em nossa vida algumas gostaríamos de nunca te-las conhecido, outras a gente torce pra nunca sumir de nossas vidas. Mas nas verdade nada é como a gente gostaria que fosse. Mas mesmo assim podemos olhar pra situações e ver que ainda que os mais chegados nos abandonem "mesmo tendo feito um pacto de sal" ainda que aqueles a quem jamais pensamos que iria nos deixar e acabam indo embora. Há o nosso Deus nunca nos deixa! O profeta Isaías diz Ainda que uma mão se esquece de seu filho que o gerou no seu ventre, de forma que não se compadeça dele eu todavia jamais me esquecerei de ti.pois o tenho gravado na palma de minha mão. Sabendo disso podemos dizer " os que vão embora sem explicação foram tarde. E os que ficam é como se não estivesse alí. Mas uma coisa é certa o grande Deus jamais nos deixará.
“Tudo posso naquele que me fortalece.”Filipenses 4:13 Vivemos em um mundo cheio de desigualdades e de diferenças. Somos peregrinos em direção à vida eterna. Precisamos conviver com as desigualdades que nos apresentam, diuturnamente. Agora, essas diferenças, muitas vezes, são assustadoras. E vidas continuam sendo ceifadas , destruídas. Há uma verdadeira pandemia histórica. Hoje, por causa de destruição, de acidentes, do álcool, da droga, dos abusos sexuais, da fome, há um grito ecoando em todos os países, especialmente, no nosso país. Há um grito! As pessoas estão gritando! E esta é a hora mais importante: a oportunidade maior que a Igreja de Cristo tem perante essas situações de demonstrar o amor de Cristo, para que as pessoas que estão nessas estatísticas de grandes desigualdades possam ter esperança de viver. Então, amado, a Igreja de Jesus deve ensinar ao povo a sair do sufoco, do nó na garganta, e não existe nenhum meio a não ser pelo ensinamento da Bíblia Sagrada. Como podemos confrontar o que é contra nós? Como podemos aprender a enfrentar problemas que nos geram desigualdades? Como podemos aprender a vencer obstáculos que no dia-a-dia surgem na nossa vida? Temos que começar a ver Deus como JEOVÁ-NISSÍ: o Deus que defende, que protege, que é a provisão. Então, vamos começar a convergir os nossos pensamentos para essa realidade, porque muitos estão extremamente inquietos, desassossegados, porque vêm enfrentando as estatísticas de grandes desigualdades. Há uma passagem na Bíblia , que fala de um fato muito curioso: três nações decidiram lutar contra Israel, contra o povo de Deus. O rei, naquela época, chamava-se Josafá. Josafá estava numa grande desvantagem: eram três exércitos contra um. Estatisticamente, haveria uma grande devastação, seria uma grande derrota para Josafá e para o povo de Deus. Mas, o final da história todos nós conhecemos: Josafá venceu e derrotou as diferenças. As coisas mudaram, porque Josafá fez do modo certo. Então, independentemente do status de vida, do problema que estejas enfrentando, queria te dizer que a primeira coisa que aprendemos é: mesmo que as coisas não se encaixam, mesmo que as adversidades sejam enormes, mesmo que o médico tenha dito que é câncer, mesmo que o tumor tenha evoluído, mesmo que a tomografia computadorizada, mesmo que o advogado tenha dito; Deus muda situações quando se faz a coisa de modo certo. A história conta em 2º Crônicas 20:1: “Depois disso, os filhos de Moabe (um exército), os filhos de Amom (outro exército), com alguns dos meunitas (outro exército), vieram à peleja contra Josafá.” O demônio sabe que a forma que ele tem de assustar todo mundo é vir com os problemas na cabeça das pessoas. Diz o texto nos versículos 2 e 3: “Então, vieram alguns que avisaram a Josafá, dizendo: Grande multidão vem contra ti dalém do mar e da Síria; eis que já estão em Hazazom-Tamar, que é En-Gedi. Então, Josafá teve medo e se pôs a buscar ao SENHOR; e apregoou jejum em todo o Judá.” A primeira atitude: “ele se pôs a buscar o Senhor.” Volta-te primeiro para Deus antes de tomar qualquer atitude. Não faças nada sem antes voltar-te para Deus. O que havia acontecido antes desses acontecimentos com Josafá? Anteriormente, (lê em casa o capítulo 19, vais ver que houve um grande avivamento para o povo de Israel, houve um grande despertamento espiritual.) Deus começou a derramar benção e prosperidade. Houve uma alegria que foi enchendo o coração de todos. Qual é a lição? Qual é o princípio que tiramos? Depois de uma vitória sempre há lutas, mas depois da luta sempre há vitória! Benção e batalhas andam juntas. Então, Josafá teve medo e pôs-se a buscar o Senhor. Josafá teve medo! Isso é normal. A nossa carne é fraca. Não há nenhum gigante de ferro no mundo. Agora, não podemos deixar que o medo nos desmotive, que nos desestabilize, que nos desencoraje, que nos faça desistir. Amado, não desistas, não te ponhas a olhar para o teu medo pessoal! Não corras! Não fujas das adversidades, das desvantagens. Não deixes nenhuma situação impossível te desmotivar. Portanto, lutas e desigualdades não são para que saias da Igreja, muito pelo contrário. Josafá: BUSCOU AO SENHOR E FALOU COM DEUS SOBRE A SITUAÇÃO. 2ª Crônicas 20:5 e 6: “Pôs-se Josafá em pé, na congregação de Judá e de Jerusalém, na Casa do SENHOR, diante do pátio novo,e disse: Ah! SENHOR, Deus de nossos pais, porventura, não és tu Deus nos céus? Não és tu que dominas sobre todos os reinos dos povos? Na tua mão, está a força e o poder, e não há quem te possa resistir.” Amado, Deus é maior que os nossos problemas! As desigualdades são grandes, as diferenças são muito grandes, as estatísticas são estarrecedoras! Lembra-te do que Deus fez no passado, ele faz, hoje! Lê o versículo 7. SE DEUS FEZ NO PASSADO, ELE PODE FAZER, HOJE, AGORA, COMIGO E CONTIGO. S im, exatamente, como fez no passado. Diz o versículo 9: “Se algum mal nos sobrevier, espada por castigo, peste ou fome, nós nos apresentaremos diante desta casa e diante de ti, pois o teu nome está nesta casa; e clamaremos a ti na nossa angústia, e tu nos ouvirás e livrarás.”
“Para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna e nós temos crido e conhecido que tu és o Cristo, o filho de Deus” (Jo 6.68,69).
Ao seguimos a Cristo devemos estar dispostos a ouvir a sua voz independente do que Ele nos queira falar, porém não foi isso que aconteceu com uma multidão que provavelmente não estava comprometida com o Mestre, eles apenas o seguiam. Entretanto havia um grupo seleto que estava disposto a ouvi-lo como também segui-lo, somente eles não se retiraram,estavam conscientes, pois o que Jesus proferia era verdade, ou seja, não estavam apenas envolvidos com o ministério de Cristo, mas comprometidos.
Ao ver Jesus uma parte da multidão deixá-lo, imediatamente se volta para os discípulos e faz uma interessante indagação: - Quereis vós também retirai-vos? Naquele momento todos pararam... E do meio deles surge uma resposta; era Pedro o mais corajoso da equipe: - Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna, e nós temos crido e conhecido que tu és o Cristo, o filho de Deus. (Jo 6.68-68)
Existem pessoas que só querem ouvir aquilo que gostam e sejam do seu interesse, principalmente as coisas que lhes causem prazer e massageei o seu ego. Entretanto as escrituras nos mostram verdades que não gostaríamos de ouvir, pois elas também são importantes, muitas verdades expressas por Jesus eram consideradas blasfêmias, porque parecia contrariar a lei de Moisés e se auto-promover, atribuímos a atitude daquelas pessoas a falta de conhecimento das escrituras e do Messias, aquela multidão apenas o acompanhava, enquanto os discípulos, afirmaram não apenas acompanhar, mas crer e conhecê-lo.
Devemos estar conscientes que não seguimos a Deus pelo que ele tem para nos dá, e sim, pelo que Ele é. Seguir a Deus simplesmente por interesse próprio não tem sentido e nem resultado. Fato interessante aconteceu a respeito de Jó, Satanás pensou que o Senhor aceitara suborno ao declarar que Jó só servia a Deus pelos bens que possuía (Jó 1.9-11; 2.4,5), ainda hoje muitos tem essa idéia, ser bem sucedido na vida facilita servir a Deus, muito pelo contrário, a busca excessiva pela fama e dinheiro, só atrapalham, porque o dinheiro é a raiz de todos os males (I Tm 6.10), não podemos servir a Deus e as riquezas (Mt 13.22; Mc 10.23; Lc 8.14; 18.23,24;).
Os discípulos estavam comprometidos com a obra de Deus, mas esse empenho não isentava a sua preocupação com os bens materiais (alimentos, vestes calçados, etc). No entanto eles procuraram o seu líder para saber a respeito de tais coisas, interpelando: - Deixamos tudo para te seguir o que haveremos de ganhar (Mt 19.27), para muitoso mais importante são os bens materiais, como se ele fosse tudo (Mt 6.25-34). A porta de entrada para as bênçãos do Senhor sobre nós está em buscar primeiro o reino de Deus e a sua justiça (Mt 6.33) e as demais coisas certamente virão se estiverem dentro dos propósitos divino.
Por nada nesse mundo devemos nos afastar de Jesus, a confissão paulina na carta aos romanos ressalta que não há razões para separarmos do amor de Cristo (Rm 8.35), e mediante as diferentes situações que vivemos devemos entender que não se comparam com a glória que em nós há de ser revelada (Rm 8.18).
No entanto as adversidades que enfrentamos no nosso cotidiano sempre existiram, existem e continuarão existindo, porque são consequências da queda espiritual do homem, além do mais, o mundo jaz no maligno, ele segou o entendimento da humanidade para que a luz do Senhor não resplandeça (2 Co 4.4), isso resulta em sofrimentos não somente para os filhos de Deus, mas toda humanidade.
Quem se decide para o Senhor recebendo promessas de algo que lhe interesse, como bons empregos, fortunas, altas posições, entre outros, não se firmam nas verdades do evangelho, porque quando se deparam com a realidade da vida desistem como fizeram aqueles seguidores que apenas acompanhavam o Mestre. Mas devemos prosseguir independentemente do que venham acontecer porque só existe uma pessoa nesse mundo capaz de nos trazer paz, prosperidade e alegria ao coração, JESUS CRISTO.
Por essa razão Pedro respondeu: “Para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna e nós temos crido e conhecido que tu és o Cristo, o filho de Deus” (Jo 6.68,69). Essa foi uma declaração decisiva feita por um discípulo.
Pr. Elis Clementino, Itapissuma – PE/Brasil
POR QUE EU?
Porque o que eumais temia me veio, e o que receava me aconteceu” Jó 3.25.
Durante a nossa vida quase sempre fazemos essas perguntas a nós mesmos; Por que eu? Logo eu! Principalmente, quando algumas coisas não andam bem do nosso lado. O ser humano é tendencioso em pensar que as coisas ruins somente ocorrem com outrem, no entanto vivemos em um mundo que alguns fatos indesejáveis acontecem justamente conosco, mas isso não é motivo para entrar em desespero, pois se olhares a sua volta existe pessoas em situação pior, sendo assim, não estás sozinho nessa batalha, há uma multidão na mesma condição.
Nos altos e baixos da vida iremos atravessando os dias bons e ruins até chegar o nosso final, mas necessariamente devemos olhar para trás e vermos o quanto fomos fortes em superar todas as dificuldades.
Tomemos como exemplo a subida de uma longa escadaria, para chegarmos ao topo, realizamos muitos esforços, e ao olharmos para baixo veremos quantos ficaram para trás, entretanto devemos prosseguir sem olhar para as dificuldades, sempre visando algo melhor. “esquecendo-me das coisas que para trás ficam, avançando para as que estão diante de mim” (Fp 3.13). Olhe para trás, e veja o passado, quantas batalhas você já venceu? Ah! Mas eu perdi algumas, mas você não é um perdedor, e sim, VENCEDOR, pois só o fato de você estar vivo já se constitui uma grande vitória, a superação das dificuldades, só dependerá unicamente de você
Geralmente lamentamos sem necessidade, e às vezes por tão pouca coisa. O personagem bíblico Jeremias, considerado o profeta “chorão”, estava se queixando dos problemas que vivia naquele momento, mas para Deus tudo que ele estava passando era coisa pequena “Se te fatigas correndo com homens que vão a pé, como poderás competir com os que vão a cavalos? Se tão somente numa terra de paz está confiado, que farás na enchente do Jordão” (Jr 12.5).
Ora, tudo o que Jeremias estava passando era só o começo, o sofrimento nas mãos dos sacerdotes em Anatote, não significaria nada com relação ao que ele haveria de passar. Não obstante o profeta antes mesmo desses acontecimentos já estava deplorando-se, quando deveria se preparar para enfrentar situações ainda mais constrangedoras no seu ministério profético.
Jamais devemos pensar da mesma maneira que o profeta, mas ter a confiança que superaremos os obstáculos que surgirem, a fé em Deus deve estar sempre em ação, pois Ele está no controle de tudo.
A nossa vida não é diferente, quantas vezes nos preocupamos, nos lastimamos, e nos perguntamos, porque eu? E não aquele? Mas devemos entender que para todas as coisas existem finalidades especificas, porém, muitas vezes não queremos entender como se processam.
O que é o individualismo? Doutrina que sobrepõe os interesses individuais aos coletivos, egoísmo, egocentrismo.
1º Exemplos bíblicos de individualismo.
1. Satanás. Tarefas de Satanás. * • Brilhar (estrela da manhã) Lúcifer Is 14:12 * • Dominar as nações (ser o regente delas governa-las) Is 14:12 * • Querubim da guarda ungido. Guardar e proteger toda a adoração e destina-la a Deus.
Ezequiel 28:13-14'' Estavas no Éden, jardim de Deus; toda pedra preciosa era a tua cobertura: a sardônia, o topázio, o diamante, a turquesa, o ônix, o jaspe, a safira, o carbúnculo, a esmeralda e o ouro; a obra dos teus tambores e dos teus pífaros estava em ti; no dia em que foste criado, foram preparados. Tu eras querubim ungido para proteger, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas.
A atitude dele foi:
* Olhou muito para si mesmo Ez 28:17. * Se comparou com Deus Is 14:14 * Se corrompeu Is 28:17 * Tramou um projeto para se auto promover Is 14:13,14. * Agiu com total individualismo. Conseqüências deste individualismo:
* Lúcifer (agora satanás) dá origem ao pecado Ez 28:15. * Ele faz uma grande divisão nos céus Ap 12:4 * Ele traz sobre si, e sobre os seus seguidores o juízo eterno de Deus.
Foi lançado por terra Is 14:15
Recebeu um castigo individual Ez 28:15
A própria terra recebeu parte do seu julgamento.
Isaías 45:18 Porque assim diz o SENHOR, que criou os céus, o Deus que formou a terra, que a fez e a estabeleceu; que não a criou para ser um caos, mas para ser habitada: Eu sou o SENHOR, e não há outro.
2. Adão e Eva. Tarefas de Adão e Eva. * Glorificar a Deus. Salmos 150:6 Todo ser que respira louve ao SENHOR. Aleluia! * Encher a terra Gn 1:28 * Dominar sobre a terra Gn 1:28 * Cultivar e guardar o jardim que Deus tinha plantado Gn 2:15 * Se guardar de comer do fruto do conhecimento do bem e do mal Gn 2:16,17. O casal deveria agir na coletividade, relacionar-se com Deus, dar início à raça humana, administrar a terra, e cuidar de sua casa, e se guardar da árvore do meio do jardim aqui estava o sucesso deles e de todo o mundo
A atitude deles foi:
* Deram ouvidos a Satanás. * Duvidaram da palavra de Deus Gn 3:1-5 * Tiveram a mesma atitude individualista de Satanás.
Olharam para si mesmos (se sentiram inferiores a Deus) Olharam para Deus (quiseram ser semelhantes a ele) Gn 2:6 Desobedeceram a ordem de Deus Gn 2:6
Conseqüências deste individualismo:
* Abriram-se os olhos de ambos Gn 3:7. * Pelo pecado passaram a ter medo de Deus Gn 3:8 * Se esconderam de Deus Gn 3:8 * Se tornaram mortais Gn 3:19 * Seu trabalho passo a ser angustiante Gn 3:19 * A mulher passou a sofrer grandes dores de parto Gn 3:16 * A terra foi amaldiçoada Gn 3:17,18 * A encarnação de Jesus se torna necessária Gn 3:15 * E tudo isto passou a nós que nem lá estávamos.
Romanos 5:12 Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram.
Conclusão: E o seu individualismos o que tem gerado na igreja, ou em sua vida?
1 Coríntios 10:23''Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam.''
Visto que amou a maldição, ela lhe sobrevenha; não desejou a bênção, ela se afasta de você.
(Salmos 109:17)
Não introduzirás uma coisa abominável em tua casa, para que não sejas amaldiçoado, semelhantemente a ela. De todo a detestarás, e de todo a abominarás, pois é amaldiçoada.
(Deuteronômio 7:26)
É comum em muitos lares o uso do jogo como passatempo e brincadeiras inocentes.
Em muitos casos os que assim procedem o fazem inocentemente.
Outros, no entanto, ainda não conseguiram extirpar resquícios de antigos vícios.
Terminam por produzir testemunho negativo junto aos incrédulos, que insistem em afirmar igualdade de comportamento com os filhos de Deus.
A salvos que ao serem advertidos, reafirmaram a inocência de tal proceder. ( não há nenhum pecado num simples jogo de cartas entre pessoas crentes), dizem.
Mas o significado da própria palavra baralho, contesta tal afirmação.
A palavra significa:confusão, conflito, desordenar, embaralhar.
Tal significado, seria suficiente para a não existência de baralhos emlares de crentes. Transcrevemos a origem e o significado das cartas do baralho. Q
uem conhece a origem das cartas de jogar, também compreende porque as cartas estão relacionadas com práticas satânicas, como adivinhação, esconjuração, etc...
As cartas foram criadas no ano de 1392 para uso pessoal do Rei Carlos da França, visando minorar os seus sofrimentos de debilidade mental.
O criador das cartas era um homem degenerado e mal , escarnecedor de Deus e seus mandamentos. Para sua criação maligna escolheu as Bíblicas.
O rei representa o diabo.
A dama, Maria, a mãe de Jesus.
Assim, de modo blasfemo, fez de Nosso Senhor um filho de Satanás e Maria.
Copas e asses representam o sangue do Senhor.
O valete representa o próprio Jesus.
Paus e outros símbolos representam a perseguição e destruição de todos os salvos.
Seu desprezo pelos dez mandamentos foi expresso pelo número dez de suas cartas.
Quem conhece essa origem diabólica do jogo de cartas compreende também as conseqüências satânicas que acompanham os jogos.
Não é de admirar que a adivinhação funcione tão bem com as cartas pois são sinais diabólicos. Devemos ser advertidos: nenhum jogador lembra da realidade de satanás e dos demônios que estão envoltos neste Jogo.
Como filhos de Deus não devemos nos envolver com jogos de cartas.
Nem por brincadeiras, pois não se brinca com satanás.
A história da ciência oculta esta estritamente ligada com a criação das cartas de jogar.
Não há dúvidas que as cartas , em razão de sua origem escarnecedora, são diabólicas.
Cresce a cada a ação do maligno em nossa sociedade.
Usando os mais variados recursos satanás tenta desesperadamente envolver até mesmo os salvos.
O verdadeiro crente possui outros recursos para se alegrar e se divertir.
Não há necessidade de usar os meios propostos pelo maligno.
O testemunho do salvo, até mesmo nos momentos de folguedo, a que comprovar o podertransformador do evangelho.
Somos novas criaturas, geradas pelo precioso sangue de Cristo a produzir um novo estilo de vida e comportamento (Col. 3:1).
Até mesmo no divertimento, o verdadeiro salvo é diferente dos pecadores sem Cristo.
Buscamos não apenas uma alegria transitória, mas a verdadeira alegria de vidas santificadas pelo Espírito Santo. Vidas que glorificam ao Senhor diuturnamente.
O valor de um pastor não é medido por sua popularidade, poder de persuasão ou quantidade de pessoas que atrai, mas sim por seu caráter e fidelidade a Deus (Jo 6.66 e 67);
O valor de um pastor não é medido pela aprovação de homens, mas pela aprovação de Deus. O pastor é segundo o coração de Deus e não segundo o coração dos homens (Jr 3.15);
O valor de um pastornão é medido pelo tamanho de sua igreja, mas por suas qualidades éticas, morais e espirituais;
O valor de um pastor não é medido pelo volume das entradas financeiras de sua igreja, mas por sua capacidade de suprir seu rebanho com a Palavra de Deus. Há pastores que se preocupam com a lã. Há pastores que se preocupam com as ovelhas.
O valor de um pastor não é medido pelo salário que ganha, mas pelo serviço que presta;
O valor de um pastor não é medido por sua capacidade política e de articulação, pois muitas vezes ele deixa de ser “politicamente correto” para permanecer justo e reto diante de Deus;
O valor de um pastor não é medido pelos cargos que ele ocupa na denominação, mas pelo serviço que presta à Obra de Deus;
O valor de um pastor não é medido pela satisfação de seus ouvintes, mas por sua pregação coerente aos valores do evangelho bíblico capaz de transformar vidas. A sua mensagem, ao invés de massagear o ego humano, às vezes desagrada por confrontar o ouvinte com a verdade;
O valor de um pastor não é medido pelo seu poder ou status, mas por sua submissão e obediência a Deus;
O valor de um pastor não é medido por sua autossuficiência. O poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza de homens que às vezes julgamos fracos e incapacitados (2ª Co 12.9);
O valor de um pastor não é medido por sua condição física, mas por sua condição espiritual;
O valor de um pastor não é medido pela quantidade de amigos ou pessoas que o rodeiam, mas sim por seu amor às pessoas;
O valor de um pastornão é medido pelos seus discursos, mas pela autoridade de seu viver (Mt 7.9);
O valor de um pastor não é medido pelo crescimento quantitativo ou não da membresia de sua igreja, mas pelas transformações que suas mensagens geram em seus ouvintes. Há por aí templos cheios de pessoas perdidas, e igrejas pequenas onde pessoas experimentam a salvação em Cristo;
O valor de um pastor não é medido pelo seu poder de empolgar sua igreja ou plateia, pois seu chamado é para pastorear e não para “animar” auditório;
O valor de um pastor não é medido pelas crises que passa ou deixa de passar, mas pela maneira como se comporta em momentos difíceis;
O valor de um pastor é medido por critérios divinos e não humanos.
O pastor é dependente de Deus, e não de homens;
O pastor é homem frágil e pequeno, por meio do qual Deus realiza coisas grandes e extraordinárias;
O pastor sabe que seu chamado é para pastorear e não para gerir empresas; ele não se preocupa com números mas com a saúde de suas ovelhas;
O verdadeiro pastor não se “contextualiza” ao mundo, mas se esforça para tirar vidas do mundo;
O pastor de valor forma valores;
Se você tem um pastor, agradeça a Deus, ore por ele e ame-o!
Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil. (Hb 13.17)
''Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. ''Gênesis 1:27
Criacionistas se revoltam contra Dr Pepper após anúncio publicitário sobre “evolução” Cristãos protestam contra comercial de refrigerante: “Eu não sou um maldito chimpanzé”
O que deveria ser apenas uma peça publicitária divertida, projetado para atrair alguns cliques no botão “curtir” do Facebook rapidamente se transformou em um pesadelo para os responsáveis pelo refrigerante Dr. Pepper. Poucos minutos depois de o anúncio intitulado “a evolução do sabor” ser publicado online, centenas de comentários negativos começaram a inundar a rede social e uma articulação de cristãos defensores do criacionismo dizerem estar ofendidos pela imagem que sugere a defesa da Dr. Pepper da teoria da evolução. Os desenhos mostram um macaco com a legenda “antes da Pepper”, seguida por outro desenho de um hominídeo e a frase “descoberta da Pepper” e a imagem final, de um homem ereto com a declaração “depois da Pepper”. Isso foi interpretado como um apoio da marca de refrigerantes à Teoria da Evolução de Charles Darwin. Os mais de 1.800 comentários na página do Facebook do Dr. Pepper diziam, por exemplo “Eu não sou um maldito chimpanzé”, “Não ponho mais Dr Pepper na minha casa. Deus abençoe todos vocês”. Alguns sugeriram um boicote dos cristãos ao refrigerante. Em seguida, ateus e defensores da evolução entraram no debate. “O dia em que sua fé é abalada por um anúncio de Dr. Pepper é o dia que você provavelmente deve começar a repensar a sua fé”, escreveu um não crente. Até o momento não há uma resposta formal da Dr Pepper, mas um usuário do Facebook provavelmente acertou ao comentar: “Aposto que o gerente de mídia social que publicou este anúncio provavelmente está em casa ou no trabalho sem ter noção do que sua ideia desencadeou – LOL”. Traduzido de Daily Mail
"Quando entrarem na terra que o SENHOR, o seu Deus, lhes dá, não procurem imitar as coisas repugnantes que as nações de lá praticam. Não permitam que se ache alguém entre vocês que queime em sacrifício o seu filho ou a sua filha; que pratique adivinhação, ou se dedique à magia, ou faça presságios, ou pratique feitiçaria ou faça encantamentos; que seja médium, consulte os espíritos ou consulte os mortos. O SENHOR tem repugnância por quem pratica essas coisas... Permaneçam inculpáveis perante o SENHOR, o seu Deus."
Estas são passagens importantes relativas às práticas proibidas de sacrifícios e de investigação do futuro, que eram seguidas pelas nações pagãs no passado e continuam hoje em dia com a mesma intensidade. Muitas vezes com outra roupagem, atualmente, mas vindas de uma mesma fonte, “o diabo”. O item relativo ao sacrifício que está sendo condenado relaciona-se com o culto prestado a Moloque (compare esta passagens: (Lv. 18.21; 20.2-5; Dt. 12.31; Jr. 19.5; Ez. 16.21; 23.37) “Não entregue os seus filhos para serem sacrificados a Moloque. Não profanem o nome do seu Deus. Eu sou o SENHOR... Diga aos israelitas: Qualquer israelita ou estrangeiro residente em Israel que entregara um dos seus filhos a Moloque, terá que ser executado. O povo da terra o apedrejará. Voltarei o meu rosto contra ele e o eliminarei do meio do seu povo; pois deu os seus filhos a Moloque, contaminando assim o meu santuário e profanando o meu santo nome. Se o povo deliberadamente fechar os olhos quando alguém entregar um dos seus filhos a Moloque, e deixar de executá-lo, voltarei o meu rosto contra aquele homem e contra o seu clã, e eliminarei do meio do seu povo tanto ele quanto todos os que o seguem, prostituindo-se com Moloque... Não adorem o SENHOR, o seu Deus, da maneira como fazem essas nações, porque, ao adorarem os seus deuses, elas fazem todo tipo de coisas repugnantes que o SENHOR odeia, como queimar seus filhos e filhas no fogo em sacrifícios aos seus deuses... Construíram nos montes os altares dedicados a Baal, para queimarem os seus filhos como holocaustos oferecidos a Baal, coisa que não ordenei, da qual nunca falei nem jamais me veio à mente... Você abateu os meus filhos e os sacrificou para os ídolos!... pois elas cometeram adultério e há sangue em suas mãos. Cometeram adultério com seus ídolos; até os seus filhos, que elas geraram para mim, sacrificaram aos ídolos.” Perguntamos: Quem pode ser o “Moloque” hoje em dia a quem muitos estão entregando seus filhos: - Pode ser a omissão da responsabilidade em cuidar deles com toda a atenção, - Não ensina-los sobre o caminho correto para uma vida de santidade; - O egoísmo do pai e da mãe por outros empreendimentos que não seja dar o amor por seus próprios filhos; - As drogas; - O sexo antes do casamento. O mundo prega uma idéia errada sobre a virgindade dizendo que tudo é livre e aquele que se guarda é antiquado ou careta; - As idéias incutidas pelas novelas e os programas de um modo geral desempenham um instrumento eficaz nos planos de Satanás para incutir ensinamentos e comportamentos que vão contra a mentalidade e os mandamentos de SENHOR; - As “amizades” que os filhos possuem, devem ser conhecidas pelos pais para que eles possam investigar uma possível “má influência”; - Deixar de ensina-los a distinguir o que é sagrado do profano. - Etc... Continuando com o estudo das passagens Bíblicas de (Dt. 18.9-13), as oito práticas condenadas pelo SENHOR para determinação do futuro são estas:
1) Do adivinhador – os métodos são apresentados em (Ez. 21.21) “Pois o rei da Babilônia parará no local de onde partem as duas estradas para sortear a escolha. Ele lançará a sorte com flechas, consultará os ídolos da família, examinará o fígado.” (NVI); 2) Do prognosticador – possivelmente referindo-se à feitiçaria ou astrologia. Veja este exemplo entre muitos na Palavra – Sobre a feitiçaria: (I Sm. 15.23) “Pois a rebeldia é como o pecado da feitiçaria, e a arrogância como o mal da idolatria. Assim como você rejeitou a palavra do SENHOR, ele o rejeitou como rei”; Astrologia – (Dt. 4.19) “E para que, ao erguerem os olhos ao céu e virem o sol, a lua e as estrelas, todos os corpos celestes, vocês não se desviem e se prostrem diante deles, e prestem culto àquilo que o SENHOR, o seu Deus, distribuiu a todos os povos debaixo do céu.” (NVI); 3) Do agoureiro – aquele que faz prognósticos (podem ser inseridos aqui, atualmente, a pratica dos jogos de sorte, tais como: megasena, bingos, loteria esportiva, telesena, etc., muitas vezes praticadas dissimuladamente por crentes). No Dicionário Michaelis, o termo “agoureiro” significa: Augúrio, presságio. 2. Qualquer sinal tido por prenúncio de sucessos futuros. 3. Presságio de coisa má. Muitos de nós substituímos a fé em Jesus em situações difíceis, por um tipo agouro, seguido de murmuração. Devemos dizer: A situação está difícil, a doença está judiando, mas eu sei, que o Senhor Jesus, não importa o tempo que levar, vai me consolar e me livrar de tudo isto. 4) Do feiticeiro – Aquele que faz uso da magia, ou fórmulas ou encantamentos. A mídia e mundo do entretenimento colocou em cartaz o filme de “Harry Potter”, com uma aparência de inocência, mas com uma mensagem oculta dos poderes do mal às pessoas sem discernimento espiritual. 5) Dos encantadores – (Sl. 58.4-5) “Seu veneno é como veneno de serpente; tapam os ouvidos, como a cobra que se faz de surda para não ouvir a música dos encantadores, que fazem encantamentos com tanta habilidade”. 6) De quem consulta espírito adivinhante – (Is. 8.19; Dt. 18.10a) “Quando disserem a vocês: "Procurem um médium ou alguém que consulte os espíritos e murmure encantamentos, pois todos recorrem a seus deuses e aos mortos em favor dos vivos... Não permitam que se ache alguém entre vocês ... que pratique adivinhação.” (NVI). 7) Do necromante – aquele que procura interrogar os mortos. (Is. 26.14) “Agora eles estão mortos, não viverão; são sombras, não ressuscitarão. Tu os castigaste e os levaste à ruína; apagaste por completo a lembrança deles!”. O que estas pessoas consultam são espíritos malignos, pois o único que ressuscitou, foi o Senhor Jesus, que intercede agora por nós junto ao Pai.
Todos somos falhos e imperfeitos, e na igreja encontraremos falhas, erros e limitações. A maneira de se lidar com estes erros é com amor e paciência; vamos nos ajustando aos poucos e assim prosseguimos. Mas quando se trata de pecado, a igreja deve agir diferente, deve usar de disciplina. Repreensão pessoal, com testemunhas, pública e Exclusão.
Muitos são tão impactados por Deus na sua conversão e experimentam uma transformação tão grande, que chegam a pensar que todos na igreja são perfeitos. Porém, não é necessário muito tempo para descobrir que isto não é verdade; todos somos falhos e imperfeitos, e na igreja encontraremos falhas, erros e limitações.
A maneira de se lidar com estes erros é com amor e paciência; vamos nos ajustando aos poucos e assim prosseguimos. Mas quando se trata de pecado, a igreja deve agir diferente, deve usar de disciplina. Na igreja encontraremos todo tipo de gente; aqueles que querem levar Deus a sério, e os que não. O Senhor Jesus disse que quando a rede é lançada ao mar, recolhe todo tipo de peixes: bons e ruins (Mt.13:47,48); nesta mesma ocasião Jesus também ilustrou isto de outra forma, falou acerca do joio e do trigo para mostrar que na igreja temos todo tipo de gente. O Senhor nos preveniu que haveria escândalos em nosso meio (Mt.18:7), deixando claro que estes por quem vem os escândalos serão julgados, mas que é inevitável que isto ocorra. Quando o evangelho é proclamado, a pessoa é convidada a vir a Deus como está, mas depois que passa a pertencer à Igreja do Senhor terá que se ajustar à Sã Doutrina. Todos somos falhos e pecamos. Como diz a Escritura "Se dissermos que não temos pecado nenhum, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós"(I Jo.1:4). Portanto, não é qualquer pecado que nos fará sermos disciplinados, senão viveríamos só de disciplina. Quando pecamos, devemos nos arrepender e confessar nossos pecados e seremos perdoados (I Jo.1:9); a disciplina é para tratar com quem peca e não quer se arrepender, insistindo em viver no pecado. Somos um corpo Não podemos perder de vista que ninguém vive espiritualmente isolado; somos membros uns dos outros e constituímos um só corpo. Quando alguém passa a viver no pecado fere não só a si mesmo, mas também ao corpo de Cristo! O Velho Testamento nos revela como o pecado de um só homem, Acã, prejudicou todo Israel e como foi necessário que ele fosse julgado (Js.7:11-26). O Novo Testamento enfatiza muito a idéia do corpo; quando Jesus envia sua mensagem a cada uma das sete igrejas da Ásia (Ap.2 e 3), ele as trata como um todo tanto ao falar de suas virtudes como também de seus erros. Os Quatro Níveis da Disciplina na Igreja Jesus foi quem primeiro falou de disciplina no Novo Testamento:
"Ora, se teu irmão pecar contra ti, vai, e repreende-o entre ti e ele só. Se te ouvir, ganhaste a teu irmão. Mas se não te ouvir, leva contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda palavra seja confirmada.E se não ouvir, dize-o à igreja; e, se também não ouvir a igreja, considera-o como gentio e publicano". Mt.18:15-17.
Há quatro níveis distintos no processo de disciplina que o Senhor ensinou: 1. Repreensão pessoal; 2. Repreensão com testemunhas; 3. Repreensão pública; 4. Exclusão. Não praticamos a disciplina quando a pessoa se arrepende, mas sim quando ela se recusa a arrepender-se. E neste caso, dentro de uma progressividade; com a repreensão pessoal primeiro, a com testemunhas em segundo, a diante da igreja em terceiro e só então a exclusão em quarto lugar. Não podemos excluir alguém sem ter dado antes estes passos. Porém, alguém pode não querer receber os primeiros níveis da repreensão fugindo deles; neste caso, constatada a indiferença e relutância da pessoa, passamos então ao quarto nível, subentendendo terem sido os outros insuficientes ou impraticáveis. Quando a repreensão se torna pública, ainda que seguida de arrependimento, e a pessoa em questão é um líder, a disciplina se manifestará afastando a pessoa de sua posição de liderança até comprovada restauração. Repreensão pessoal Vários textos bíblicos falam sobre a necessidade de repreensão. E não são necessariamente ligados ao presbitério, pois no corpo de Cristo ministramos uns aos outros. Neste nível se enquadram os líderes de célula e todos que exercem cuidado por outras pessoas no Corpo. Veja alguns deles:
"Exortamo-vos, também, irmãos, a que admoesteis os insubmissos..." I Tessalonicenses 5:14 "Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações, e tanto mais vedes que aquele dia se aproxima". Hebreus 10:25 "Ora, é necessário que o servo do Senhor não viva a contender, e, sim, deve ser brando para com todos, apto para instruir, paciente; disciplinando com mansidão os que se opõem, na expectativa de que Deus lhes conceda não só o arrependimento para conhecerem plenamente a verdade". II Timóteo 2:24,25
Note que corrigir não significa contender, mas demonstrar cuidado com mansidão. Quando porém, a situação se agrava, é necessário que o governo da Igreja (os presbíteros) assuma a situação, que pode ser delicada e necessitar que a autoridade espiritual seja imposta, como Paulo fez com os coríntios (II Co.13:2 e 10). Repreensão com Testemunhas Além da instrução do Senhor Jesus, não encontramos outro texto que fale com clareza sobre este nível de disciplina, mas ele é muito eficaz por tirar a situação do aspecto pessoal e colocá-la num patamar de formalidade. E se as pessoas escolhidas para acompanharem a repreensão forem pacificadoras, serão de grande proveito para promoverem o arrependimento com argumentação mansa e amorosa. Em caso de resistência da pessoa que está sendo repreendida, ela deve ser avisada que assim como o segundo nível de repreensão não foi aceito, será necessário o terceiro num culto público, e que permanecendo ainda inflexível ela chegará ao quarto nível: a exclusão. Repreensão Pública Ao dizer que levasse a repreensão para o terceiro nível, à Igreja, Jesus não se referia a tratar a questão na Igreja (templo) ou com os líderes da Igreja, como alguns gostariam que fosse. Na verdade, Ele se referia a tratar a questão em público. Paulo também falou sobre este princípio ao escrever para seu discípulo Timóteo:
"Quanto aos que vivem no pecado, reprende-os na presença de todos, para que também os demais temam". I Timóteo 5:20
E a razão para isto é clara: "Para que outros tenham temor". Toda a Igreja precisa ser ensinada sobre a disciplina cristã e vê-la funcionando quando necessário. Somos um corpo no Senhor; o pecado contínuo de alguém prejudicará a todos. O único meio de evitar isto é cortando a raiz do pecado com arrependimento ou cortando a pessoa (quando ela não quer se arrepender) da comunhão do corpo. Diante da Igreja ela será obrigada a optar entre um ou outro. A Exclusão Na Igreja de Corinto, alguém chegou ao ponto de se envolver sexualmente com a madrasta (I Co. 5:1). Tão logo isto chegou ao conhecimento do apóstolo Paulo, ele ordenou: "Tirai do meio de vós a esse iníquo". Antes, contudo, deixou claro em que condições isto deve acontecer:
"Já em carta vos escrevi que não vos associásseis com os impuros; refiro-me com isto não propriamente aos impuros deste mundo, ou avarentos, ou roubadores, ou idólatras, pois neste caso teríeis que sair do mundo. Mas agora vos escrevo que não vos associeis com alguém que, dizendo-se irmão, for impuro, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal nem ainda comais. Pois com que direito haveria eu de julgar os de fora? Não julgais vós os de dentro? Os de fora, porém, Deus os julgará. EXPULSAI, pois, de entre vós o malfeitor". I Coríntios 5:9-13
Observe o detalhe que Paulo inseriu ao falar do pecador: "dizendo-se irmão". Isto se refere a quem quer se parecer irmão sem o ser; não fala de uma queda ou tropeço espiritual, mas de uma prática continuada nestes pecados. Excluir não significa proibir a pessoa de colocar o pé na Igreja, mas sim deixar de reconhecê-la como parte do corpo, e isto envolve deixar de se relacionar (Tt.3:10,11), de ter comunhão com a pessoa. Isto fica claro quando o apóstolo diz: "com o tal nem ainda comais". Paulo explica melhor esta distinção na sua carta aos tessalonicenses:
"Caso alguém não preste obediência à nossa palavra dada por esta epístola, notai-o; nem vos associeis com ele, para que fique envergonhado. Todavia, não o considereis por inimigo, mas adverti-o como irmão". II Tessalonicenses 3:14,15
Este princípio já havia sido estabelecido desde o Velho Testamento, onde havia vários motivos pré-estabelecidos para exclusão. O motivo é poupar o corpo de prejuízos espirituais, e não tentar manter um controle sobre as pessoas. Os casos não manifestos não chegam a ser tratados na Igreja, só os que chegam a ser conhecidos.
Esperei com paciência no Senhor, e Ele se inclinou para mim e ouviu o meu clamor. (Salmos 40:01)
Quando ouvimos falar do TEMPO DE DEUS, logo nos assustamos, pois pensamos que Deus levará mil anos para nos atender, nos lembramos logo daquele versículo que diz “que para Deus um dia é como mil anos”. Mas se lermos o versículo completamente veremos que ele também diz o contrário: (2 Pedro 3:08 “Mas vós, amados, não ignoreis uma coisa: que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia.”)
Podemos então ver, que Deus pode tanto esticar o tempo quanto diminuí-lo, pensando assim não fica tão difícil esperar O MELHOR DO SENHOR NO TEMPO DO SENHOR. Mas o que seria o melhor do Senhor ? A palavra de Deus nos fala que o Pai só tem pensamentos bons a nosso respeito e que os pensamentos dEle são maiores que os nossos (Isaías 55:09) Porque, assim como o céu é mais alto do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos. ). O melhor de Deus é muito melhor do que o nosso melhor, ou seja, quando julgamos que algo que estamos pedindo ao Senhor, é o melhor que podemos ter, devemos saber que o nosso conceito de melhor, não chega nem aos pés do conceito de melhor que é dado por Deus. Isto quer dizer que quando paramos de buscar o melhor de Deus para as nossas vidas e começamos a buscar aquilo que nós conceituamos o melhor, corremos o sério risco de sair em desvantagem, pois podemos acabar trocando o melhor de Deus , por aquilo que é simplesmente bom. Realmente é difícil ter esperar o tempo de Deus em algumas áreas de nossas vidas, mas se estivermos intimamente ligados ao Senhor, o tempo vai voar, realmente se passarem mil anos, sentiremos como se tivessem parssado apenas algumas horas. Se dedicarmos o nosso tempo fazendo as coisas que agradam o coração de Deus, procurando estar o mais intimo possível dEle, ficando em oração, procurando crescer espiritualmente e ministerialmente, ao invés de ficarmos procurando o melhor para as nossas vidas, não veremos o tempo passar, o TEMPO DE DEUS parece as vezes estar tão longe, porque estamos muito preocupados com ele, ao invés de nos preocuparmos com o dono do tempo. O Senhor tem o Melhor para cada um de seus filhos, devemos saber que o nosso Deus nunca chega atrasado,que sua hora é a mais perfeita, e sua maneira de proceder é a mais linda. Portando melhor é esperar em Deus.
Salmo 40:01
Esperei com paciência no Senhor, e Ele se inclinou para mim e ouviu o meu clamor.
Não tenha medo do Melhor do Senhor, por um acaso Deus, algum dia já te Deus algo que vocÊ não gostasse ?
Mateus 7: 7 a 11
Pedí, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede, recebe; e quem busca, acha; e ao que bate, abrir-se-lhe-á. Ou qual dentre vós é o homem que, se seu filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou, se lhe pedir peixe, lhe dará uma serpente? Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas dádivas a vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhas pedirem
Manter-se tranqüilo diante das adversidades é um desafio para todos os homens. Lembro-me das tantas vezes em que estive ansiosa, preocupada, com situações que se resolveram posteriormente na mais perfeita paz. Sofri a toa. Poderia ter escolhido confiar e permanecer em repouso, como um belo pardal saltitando no telhado, entoando um cântico de louvor ao céu. Jesus disse que nenhum desses pequeninos pássaros está distante de seus olhos. Ele tem a conta de cada um. Por que não teria de mim? Foi quando me preparava para ministrar uma aula sobre o capitulo seis de Mateus (cuidados e inquietações) que recebi de Deus a instrução: “Ansiedade é pecado”. Que descoberta! Não tinha esse item em minha lista de pecados. Mas foi só observar atentamente os versículos para constatar que eu era uma pecadora em potencial, precisava imediatamente me corrigir. Pequenas coisas costumavam tirar meu sossego. Se eu queria tanto agradar a Deus e ser ouvida de forma eficaz em minha caminhada com Cristo, algo tinha que ser feito. “Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou há de odiar um e amar o outro ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom. Por isso, vos digo: Não andeis cuidadosos quanto a vossa vida…” Mt 6:24, 25. Mamon é um sinônimo de “deus do dinheiro”, também indica um sistema de materialismo. Esse verso é bem conhecido e citado individualmente para designar idolatria. Mas ao prosseguir na leitura, Jesus complementa: “Por isso, não andeis cuidadosos”. Ou seja: “Por este motivo, por esta causa, não andeis cuidadosos quanto a vossa vida”. A ansiedade é uma conseqüência do abandono de Deus. Ela acontece quando supervalorizamos o material em detrimento do espiritual. A tradução para “andeis cuidadosos” é “merimnao” de “merizo”, que quer dizer “dividir em partes”. A palavra sugere uma distração, uma preocupação. Ao ficar ansioso, eu divido minha mente, minha força, minha adoração com outros que não Deus Único e Verdadeiro. Ao dividir a mente, entrego a vida na mão de “outros senhores”. Uma desobediência, um agravo ao senhorio de Cristo. Porque, se Ele reina em mim, devo ser absolutamente Dele. Se Ele me satisfaz, não há necessidade de estar insatisfeita. Se Ele é tudo para mim, por que vivo como se me faltasse paz? Alguém diria: Impossível não ficar ansioso! Também já pensei e agi dessa forma, carregando um pesado fardo de coisas que julgava serem pedras, quando não passavam de penas. Mas também, já carreguei pedras que não caberiam em um fardo. Seria necessário um guindaste para removê-las. Graças a Deus e por sua eterna misericórdia, aprendi que não preciso agir como se estivesse sozinha no mundo. Jesus é o que nos dá descanso, e fortalece. Nele é possível encontrar calmaria em meio à tempestade. É só olhar para Cristo. Em Seu ministério terreno, teve todos os motivos do mundo para estar ansioso e não esteve: Perseguido, caluniado, com a missão de resgatar a humanidade, tendo conhecimento de sua morte e ainda assim, nunca, jamais perdeu a fé e a tranqüilidade. Retirava-se para os montes em longas horas de oração. Poucas horas antes de ser capturado pelo exército romano, Jesus retira-se para o jardim Getsêmani na companhia de seus discípulos e diz para eles: “Assentai-vos aqui, enquanto vou além orar” Mt 26:36. Ele nos dá a mais preciosa receita contra a ansiedade: “Vou orar”. Na oração, Jesus encontrou refúgio e força para os dias de angustia Ele passava horas em conversa com o Pai. Nada, absolutamente nada, foi capaz de fazer com que Jesus ficase ansioso. Bem, é verdade que Ele ficou um pouco furioso com uns mercadores no templo e derrubou mercadorias com uma espécie de cordão. Mas isso não constitui ansiedade. Porque esse sentimento maquina a respeito de “impossibilidades” ou de abundantes possibilidades. A atitude de Jesus tem a ver com justiça, pleno dominio de si. Certeza da vontade de Deus. Um servo inteiramente sob o dominio do Senhor. E por ter vencido todas as imposições do materialismo é que Jesus se oferece como solução para ajudar aqueles que não conseguem se livrar dos fardos, da ansiedade. Ele venceu, até mesmo a morte. O mais angustiante sentimento existente no Universo. Dor para quem vai e para quem fica. Ele venceu e ressurgiu para glória do Deus Pai, e abrigo para os perdidos. Ele mesmo é quem diz: “Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração e encontrareis descanso para as vossas almas” Mt 11:28,29. Não precisamos estar ansiosos. Esse mal tem remédio. Não é um paleativo apenas, é um bálsamo diário para todas as situações. Entremos no jardim do Getsêmani. Oremos sem reservas. Confiando toda nossa mente a Deus. Sem dividir com nada, nem ninguém. Lembram-se do que Jesus falou a Marta? “Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas mas uma só é necessária. Precisas imitar Maria, que escolheu a boa parte” Lc 10:41,42. Enquanto a mente e a presença de Marta se dividia entre a sala, cozinha e outras partes da casa, Maria repousava aos pés de Jesus. Marta correndo afadigada e Maria ouvindo o Mestre, confessando seus medos, aprendendo, sendo edificada, recebendo refrigério. Marta ansiosa, ainda perguntou; “mestre, não te importas comigo”? A ansiedade sempre procura um culpado. Ela se move na direção dos problemas, não das soluções. O ansioso considera que pensar demais no problema lhe trará a solução. Mas não. Isso só faz com que moinhos de vento se transformem em monstos. Você conhece essa lição contida na obra de Miguel de Cervantes? A fim de proteger a donzela por quem estava apaixonado, Dom Quixote se atira em um moinho de vento, acreditando tratar-se de um monstro de garras destruidoras. Assim acontece conosco. transformamos moinhos de vento, em monstros e sofremos desesperadamente tentando destruí-los . Deus olha para nós e diz: “Filho, não temas, olha para mim, tenho o controle do moinho, sei a direção do vento, descansa”. Em silêncioso clamor respondo: ” Preenche-me Senhor, fortalece-me e guarda-me de servir a Mamon”.